Lesão do Manguito Rotador

A lesão do manguito rotador é uma causa frequente de dor e limitação nos movimentos do ombro. Esse grupo de músculos e tendões é responsável por estabilizar a articulação e permitir a elevação e rotação do braço. Quando há ruptura ou inflamação, os sintomas podem ser intensos.
As causas mais comuns estão relacionadas a movimentos repetitivos, envelhecimento, quedas, levantamento de peso excessivo ou trauma direto. Atletas e pessoas que realizam atividades com os braços acima da cabeça estão mais suscetíveis a esse tipo de lesão.
Os principais sintomas incluem dor no ombro, especialmente à noite ou ao levantar o braço, fraqueza muscular, estalos e dificuldade para realizar movimentos simples, como pentear o cabelo ou alcançar objetos em prateleiras altas.
O diagnóstico deve ser feito por um ortopedista por meio de avaliação clínica e exames de imagem, como ultrassonografia ou ressonância magnética, que ajudam a identificar a gravidade da lesão.
O tratamento depende do grau da lesão. Casos leves são tratados com fisioterapia, analgésicos e anti-inflamatórios. Em rupturas parciais ou totais, pode ser necessário realizar cirurgia para reparação dos tendões.
A reabilitação é fundamental para a recuperação completa, exigindo dedicação ao fortalecimento muscular e reeducação dos movimentos. O retorno às atividades deve ser feito de forma progressiva e supervisionada.
Prevenir lesões no manguito rotador inclui manter a musculatura do ombro fortalecida, evitar sobrecargas, realizar alongamentos e corrigir posturas inadequadas no trabalho ou na prática esportiva.

Principais Dúvidas

Quais são os sinais de que preciso de tratamento ortopédico?

Se você sente dores persistentes, dificuldades de movimento ou já sofreu lesões que afetam sua qualidade de vida, uma consulta com um ortopedista é recomendada.

Muitos dos procedimentos são minimamente invasivos e focam no alívio da dor. Sempre priorizamos o conforto do paciente durante todo o tratamento.

O tempo varia de acordo com o tratamento e a condição do paciente, mas muitos relatam melhorias significativas já nas primeiras semanas.

A cirurgia só é indicada após esgotarmos todas as opções de tratamento clínico e minimamente invasivo.